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terça-feira, 11 de setembro de 2012

AVALIAÇÃO GERAL EM DERRAPAGEM


Até ao final de Julho, só um terço dos prédios por avaliar já tinha valores fiscais actualizados. Finanças estarão já a admitir só terminar em Março de 2013.

Dos 5,2 milhões de prédios terão de ser reavaliados para efeitos de IMI até ao final do ano, a 31 de Julho só cerca de um terço estavam já com valores patrimoniais tributários actualizados. Isto significa que, a manter-se este ritmo, até ao final do ano estarão avaliados cerca de três milhões de imóveis. Se assim acontecer, não será possível cumprir a meta de concluir a avaliação geral em 2012, tal como foi definido no memorando assinado com a troika.

Fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=577641&pn=1

Podemos dizer que já sabiamos que ia ser assim. Não sabemos ainda é como vai ser a reavaliação a cada três anos,....muito menos como serão pagas.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

REUNIÃO DE PERITOS LOCAIS


Realiza-se no auditório da Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros, em Lisboa, no dia 10 de Setembro, pelas 17h, uma reunião organizada pela Associação Portuguesa dos Avaliadores de Engenharia (APAE), com o apoio da Ordem dos Arquitectos.

Além dos associados da APAE, a reunião é aberta a outros peritos locais e destina-se a fazer o ponto da situação das condições em que a avaliação geral está a ser realizada.

Inscrição prévia (gratuita), na Secretaria da APAE através dos seguintes contactos:
E-mail: apae@mail.telepac.pt


quarta-feira, 22 de agosto de 2012

AVALIAÇÕES FISCAIS E IMI , DECO


A associação DECO alerta esta quarta-feira para a possibilidade de o valor patrimonial fiscal dos imóveis mais do que duplicar em alguns casos, o que, somado às taxas de Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), «aumentará o sufoco financeiro das famílias».

Num artigo da revista Dinheiro e Direitos divulgado às redações, a associação de defesa dos consumidores refere que a reavaliação de cinco milhões de imóveis atualmente em curso é «há muito necessária» por permitir valorizar valores desajustados.

«Contudo, nalguns casos, o valor patrimonial poderá mais do que duplicar, o que, somado às elevadas taxas de IMI (com um máximo de 0,5%), aumentará o sufoco financeiro das famílias», lê-se.

A DECO indica ainda que o desconhecimento das novas regras ou a «inércia dos contribuintes permite ao Fisco arrecadar mais IMI do que o devido».

Dada a informatização dos dados, a associação manifesta não compreender a dificuldade do Fisco em atualizar automaticamente alguns parâmetros usados no cálculo do IMI, como a antiguidade ou o valor do terreno.

«Resultado: o contribuinte paga imposto como se a casa fosse sempre nova e o metro quadrado ainda valesse o mesmo», denuncia a DECO, citada pela Lusa, acrescentando que a atualização obriga a uma deslocação às Finanças e ao eventual pagamento mínimo de 204 euros.

Segundo a associação, a fatura pode ultrapassar os três mil euros e, com «estes valores, o Fisco pretende desincentivar todo o tipo de reclamações».

Para a DECO, é «grave» o resultado de algumas avaliações não se refletir no IMI a pagar, mas apenas para IRS (Imposto Sobre o Rendimento Singular), IRC (Imposto sobre o Rendimento Coletivo) e IMT (Imposto sobre a Transmissão Onerosa de Imóveis).

«Depois de ter enviado as conclusões desta investigação ao Governo e ao Parlamento, a DECO aguarda uma reação célere, que garanta justiça fiscal», lê-se.

Em março, o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Paulo Núncio, afirmou que as despesas pela segunda avaliação dos imóveis serão apenas pagas quando o valor se mantenha ou suba.

terça-feira, 31 de julho de 2012

AUTARQUIAS CRITICAM AVALIAÇÃO CIMI


Apesar de reconhecerem que haverá um acréscimo de receita, há dificuldades no terreno.

As autarquias admitem que a receita do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) irá subir significativamente nos próximos anos, depois de concluída a avaliação que está a ser feita pelas Finanças aos prédios que estavam por avaliar desde 2004. No entanto, alertam, em resposta ao deputado do PSD Paulo Batista Santos, para as dificuldades que têm encontrado no terreno na hora de proceder a estas avaliações.

Entre as queixas dos municípios estão, por exemplo, a falta de informação sobre as casas a avaliar e a necessidade de haver um reforço do número de peritos. Alertam também para a falta de recursos nas próprias autarquias para levar a cabo este processo. A câmara de Castro Verde, por exemplo, refere que "fica a sensação que [o processo de avaliação] está a ser executado de uma forma apressada e de um modo pouco consistente e rigoroso", acrescentando ainda que "os edifícios a avaliar deviam ser todos sujeitos a um levantamento minimamente rigoroso". No mesmo sentido, o município do Alvito reconhece que nalguns casos os dados fornecidos pelos serviços "não são rigorosos uma vez que se efectua a medição no local sem rigor". Já Chaves aponta a "dificuldade a reunir os elementos necessários à identificação dos prédios a avaliar" e defende que deviam ser os particulares a actualizar os dados dos imóveis junto dos Serviços de Finanças.

O processo de avaliação tem sido questionado, nomeadamente pelos peritos avaliadores que defendem que não têm recursos e que recebem remunerações muito baixas por cada avaliação. Recorde-se que o Ministério das Finanças comprometeu-se a avaliar mais de cinco milhões de casas até final do ano. De acordo com os últimos dados das Finanças, tinham sido avaliadas 500 mil casas até Março e o objectivo era chegar ao milhão no final de Maio.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/autarquias-criticam-processo-de-actualizacao-do-imi_149353.html

quarta-feira, 25 de julho de 2012

COMO SE PODE APELIDAR DE PERITO, QUEM NUNCA FEZ UM EXAME PARA PERITO?


Como se pode apelidar de perito, quem nunca fez um exame para perito ? As Finanças fizeram exames para os peritos contratados ? Ou limitaram-se a aceitar os "peritos" das Ordens, teóricamente já peritos (?), e depois fizeram um pequeno curso de formação intensiva ?...Pergunto, mas afinal como se chega a perito avaliador das Finanças ?

Pergunta, em boa hora, pelo Colega José Eduardo Carrajana, no Grupo : Avaliação Geral do Património, aqui: https://www.facebook.com/groups/avalgeral/

Expresso o meu completo acordo com José Eduardo.A verdade é que a actividade profissional de avaliação imobiliária em Portugal, apesar da relevância de um forte e tradicional mercado de serviços nesta área, padece de “enfermidades” e resiste fortemente a um “tratamento”.

A minha convicção pessoal é a de que se justifica a assunção pelo meio académico, das mais modernas e tradicionais metodologias de avaliação imobiliária, como uma disciplina curricular, no âmbito seja de qual fôr a formação superior, com componente em gestão de empreendimentos e em particular nos cursos de engenharia civil e arquitectura, parece-me absolutamente pertinente, dada a maior convergência e aptidão destes profissionais, desde sempre reconhecida pelo mercado, para este tipo de serviços.

Por outro lado, a total ausência de regulamentação do sector, seja no acesso à actividade, seja no modo como é exercida, tem-se traduzido na prática, por um significativo atraso generalizado no conhecimento e aplicação das melhores regras de arte desta profissão técnica, que tem nos profissionais de engenharia civil e arquitectos os principais intérpretes.

A proliferação da oferta de cursos de pós-graduação, por escolas privadas nesta área, alguns com mais de década e meia de edições, é bem sintomática da procura e da necessidade de formação que os imensos profissionais desta técnica sentem. É uma verdade incontornável.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

IMI VAI AUMENTAR 25%


Bruxelas confirma: IMI vai aumentar 25% no próximo ano. A receita cobrada aos proprietários de casas através do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) vai aumentar cerca de 25% ou 250 milhões de euros em 2013, diz a Comissão Europeia.

De acordo com o relatório completo da quarta avaliação a Portugal redigido por Bruxelas, "a avaliação em curso a mais de cinco milhões de propriedades [casas] em 2012 provou ser complexa, mas está dentro dos prazos".
"Espera-se que o processo conduza a um aumento de receita do imposto de propriedade [IMI] de cerca de 250 milhões de euros em 2013, que será usado pelos municípios para a consolidação dos seus orçamentos", acrescenta. A receita global deste imposto ronda os mil milhões de euros anuais. O aumento de 250 milhões traduz-se assim num agravamento de 25%.Aliás, a associação dos proprietários (ANP) já tinha realizado as contas em abril e concluído que o agravamento seria dessa dimensão, agora confirmada por Bruxelas.

As alterações de receita, que constarão em pormenor no Orçamento do próximo ano, farão com que os imóveis sofram aumentos automáticos de 25% uma vez que as taxas aumentam em um décima de ponto percentual.Uma casa que dantes pagava 1.000 euros de IMI (a 0,4%) fica a pagar 1.250 euros se taxada as 0,5%, exemplificava a ANP, em comunicado.

A associação dos proprietários acusou ainda o Governo de estar a ir "muito além" do que pede a troika.Com esta reforma da tributação do imobiliário, Bruxelas prevê que "o aumento de receitas prevista será próxima de 700 milhões de euros (para um total de 1,9 mil milhões de euros) no final do período de transição de três anos".

Fonte: Dinheiro Vivo

segunda-feira, 16 de julho de 2012

PROPRIETÁRIOS CONTESTAM REAVALIAÇÃO DE IMÓVEIS


Os proprietários de todo o país juntaram-se numa confederação que vai contestar o processo de reavaliação dos valores patrimoniais dos imóveis, atualmente a ser feito, no seu entender, «sem nenhum critério».

A informação foi avançada esta sexta-feira pelo presidente da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), Menezes Leitão, que contestou o aumento de mais de 8.000% do valor patrimonial de um imóvel e criticou que os senhorios possam ter encargos extra devido à falta de uma regulamentação legal. Através das avaliações em curso, é depois calculado o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI).

A nova Confederação Portuguesa de Proprietários vai ser oficializada na segunda-feira, em Lisboa, e inclui associações do Barreiro, de Coimbra, de Santarém e de Setúbal, bem como a Associação dos Proprietários e Agricultores do Norte de Portugal e a Associação das Casas Antigas de Portugal, congregando um total de cerca de 20.000 associados.O processo de avaliação fez passar um valor patrimonial de 2.866 euros para 244.240 euros, representando uma subida de 8.421%, exemplificou à Lusa.

Outros casos enumerados pelo responsável indicam aumentos de 1.435%, 2.047% e 1.568% e que em grande parte «são rendas antigas».

Porém, entende o responsável, falta a regulamentação da lei para que proprietários de imóveis com rendas fixadas antes de 1990 possam ter o valor do IMI calculado com base no valor dessas rendas.

«Os proprietários têm um prazo até 31 de agosto para fazer esse pedido e o Governo ainda nem sequer aprovou o modelo de requerimento que é necessário para que o pedido possa ser realizado», relatou.

O responsável defendeu que o prazo deve ser prorrogado porque «até fins de julho não surgiu uma portaria que é absolutamente necessária para ter o IMI calculado como a lei manda».

O presidente da ALP garantiu existir uma «situação dramática em termos de propriedade» perante o aumento da tributação de uma forma «brutal» e «sem que os proprietários possam reagir».

«Por isso, é altura de estabelecer um movimento a nível nacional das várias associações de proprietários existentes para fazer uma coordenação e dar uma resposta conjunta a esta situação», resumiu.A ALP continua sem receber resposta do Governo ao pedido de isenção da segunda avaliação dos imóveis, que entende ter um «valor colossal», ao partir de um mínimo de 204 euros.

Fonte: Agência Financeira


sábado, 7 de julho de 2012

IMI BONIFICADO


Governo admite alargar prazo para declarar rendas baixas.Os serviços de Finanças continuam a impedir os proprietários de cumprir as formalidades legais que lhes vão dar direito a pagar menos imposto municipal sobre imóveis (IMI), por falta da publicação em Diário da República do modelo legal do impresso obrigatório.

O advogado Jorge Silva Sampaio, da área de ambiente, urbanismo e imobiliário da Sérvulo & Associados, explica que, no limite, o Estado pode ter responsabilidade civil pelo facto de, por omissão, estar a prejudicar os senhorios. “Em última análise, a questão seria facilmente resolvida em tribunal a favor dos proprietários”, defende o advogado.

Em causa está a falta de um formulário exigido por lei mas que ainda não foi autorizado pelas Finanças. É esse impresso, definido por portaria a publicar no Diário da República, que os proprietários têm de preencher para ter direito a um benefício fiscal relativo ao pagamento de IMI – Imposto Municipal sobre Imóveis.

A lei prevê uma cláusula de salvaguarda para os proprietários de imóveis arrendados antes de 1990, no caso de habitação, ou de 1995, no caso de arrendamentos comerciais, cujas rendas sejam, em média, 50 euros mensais.

Nestes casos, os senhorios passam a poder pagar IMI em função da renda que recebem e não em função do valor do imóvel – que com as reavaliações patrimoniais para efeitos de pagamento deste imposto estão a subir, em média, cinco vezes, custando muitas vez mais que o rendimento auferido pelo proprietário.

A lei é do final de Novembro do ano passado e o prazo para os senhorios declararem as rendas baixas termina a 31 de Agosto. Apesar das recomendações da Autoridade Tributária para os contribuintes não deixarem as candidaturas para os últimos dias, não há outra hipótese, já que os formulários não estão disponíveis.

O presidente da Associação Nacional de Proprietários, António Frias Marques, disse ao i que nem Vítor Gaspar nem qualquer outro responsável do Ministério das Finanças respondeu à carta enviada pela associação, que denunciava a situação e pedia esclarecimentos.

Ao i, o gabinete de Vítor Gaspar adiantou que “a portaria em causa está a ser ultimada e deverá ser publicada muito em breve. Está igualmente a ser ponderado o alargamento do prazo” para a declaração das rendas baixas.
Foram vários os proprietários que fizeram chegar ao jornal o seu descontentamento por se terem deslocado mais de uma vez aos serviços de Finanças para serem informados de que teriam de voltar mais tarde. A crítica foi-se intensificando com a aproximação do período de férias, que impossibilita alguns senhorios de se deslocarem com a mesma facilidade.

Existem actualmente cerca de 400 mil rendas nas condições referidas – perto de 250 mil habitacionais e 150 mil comerciais –, pagas a senhorios que poderão beneficiar de impostos municipais sobre imóveis mais baixos, de acordo com números do presidente da Associação Nacional de Proprietários.

Fonte: iOnline

quarta-feira, 27 de junho de 2012

AVALIAÇÃO GERAL DO PATRIMÓNIO, GRUPO NO FACEBOOK


“Avaliação Geral do Património Urbano, acontecimento histórico e de justiça fiscal que interessa a todos. Casas, terrenos urbanos, comércio, indústria e outros.”
Grupo sobre a Avaliação Geral do Património , no Facebbok, aqui :

“……E os Peritos Locais espalhados pelos 355 SF já consolidaram a sua rede de partilha de experiência, prevenção e entreajuda?
Como dispõem de maior capacidade tecnológica, é mais racional organizarem-se por cada Direcção de Finanças, com uma estrutura ligeira de coordenação e apoio. Postulemos que se designe por RPL, a Rede dos Peritos Locais. O email, o SMS, o telemóvel com a sua câmara e vídeo digital, os Grupos de Discussão permitem uma RPL eficiente, flexível e barata, integrando a componente horizontal e a componente vertical.
Em eficácia, a oportunidade, a rapidez e a surpresa são factores vitais. E a informação.”

O Engº Freitas Lopes, Presidente da APAE, é quem lança o desafio! Junte-se a nós, estamos lá,…

segunda-feira, 25 de junho de 2012

COMUNICADO DA APAE


Da APAE recebemos o seguinte comunicado, com o qual concordamos e  por oportuno o transcrevemos aqui, na íntegra :

Caro(a) Colega,
1.       Uma parte importante da estratégia da APAE assenta em manter a questão das injustas e inaceitáveis  condições de prestação dos Serviços dos Peritos, na agenda dos media. A APAE tem conseguido sucesso nesse objectivo parcial, dado que desde há mais de três meses têm sido neutralizados os esforços do Governo e dos partidos políticos que o apoiam para “enterrarem” esse tema mediático.
2.       Hoje o Jornal de Negócios – cuja influência na opinião pública politicamente relevante é importante – dá novamente grande relevo a toda a questão do IMI, incluindo as questões dos Peritos e a importância das posições da APAE. Dedica a esses temas duas páginas da secção de Economia, com chamada no alto da primeira página. Recomendamos vivamente a sua leitura.
3.       Tal como a Associação de Municípios precisou de reforçar a sua acção política com acções colectivas dos municípios, também chegou a altura de os Peritos Locais tomarem posições que reforcem a acção que a APAE tem conduzido nas várias frentes, na defesa dos legítimos interesses dos Peritos e do bom nome e imagem das perícias e das avaliações imobiliárias
4.       Não basta que os Peritos tenham razão. É preciso que demonstrem com veemência a sua união em torno da busca de solução justa e atempada, em sintonia com a APAE. Também os Peritos têm o direito e dever de indignação.
5.       Na fase actual da “guerra”, a componente de acção psicológica sobre os políticos e a opinião pública é vital, para o sucesso justo.

É preciso e urgente um gesto simbólico e com adequada visibilidade, da união e da indignação dos Peritos. Diariamente a APAE recebe ecos dessa urgência e dessa indignação. Há que dar-lhes maior visibilidade.
Solicitamos e agradecemos que rapidamente nos façam chegar sugestões para esse acto simbólico, a ser emitido em cada um dos distritos. Mas não simultaneamente. Sucessivamente, para que se torne mais visível na opinião pública e nos principais actores.

Há que seguir boas práticas, como as adoptadas pelos Municípios. A importância das missões dos Peritos, na Avaliação Geral, assim o exige, em nome do bem comum.

Tal como os Municípios não “vieram para a rua”, também há dezenas de formas de os Peritos simbolizarem a urgência da ultrapassagem desta insustentável situação, quando quase metade do prazo da AG já está passado. Há alturas em que silêncio é suicídio.

Antecipadamente grato pela satisfação do solicitado, saudações cordiais.

Anibal de Freitas Lopes
Presidente da Direcção da APAE
apae@mail.telepac.pt

segunda-feira, 18 de junho de 2012

IMI : O DIA-A-DIA DO AVALIADOR



Avaliar uma casa e determinar quanto é que ela vale para efeitos de IMI pode afinal ser um processo bem mais complexo e moroso do que olhar para a respetiva planta ou localizá-la no Google. O problema pode mesmo estar logo aí: não existir uma planta para ver. 

A experiência no terreno dos peritos que estão a participar no processo de avaliação geral dos imóveis mostra que uma tarefa que à primeira vista poderia parecer simples, corre sérios riscos de se complicar
Quantas casas consegue um perito avaliar ao fim de doze horas e meia de trabalho e de mais de 50 quilómetros às voltas? A resposta varia muito, mas no caso de António (nome fictício) foram exatamente 13.

António saiu da mais recente “fornada” de novos peritos que vem aumentar a equipa que tem a seu cargo concluir até ao final deste ano a avaliação de 5,2 milhões de imóveis. Acabado o curso foram-lhe atribuídos, para início de tarefa, 485 fichas de imóveis para avaliar. O passo seguinte surgiu com toda a lógica e nitidez: havia que selecionar um lote de casas, com alguma coerência (proximidade geográfica, por exemplo).

Só que passar da teoria à prática não seria fácil. Nem rápido. E aqui começaram verdadeiramente a surgir as primeiras dificuldades. É que nenhuma das fichas de imóveis vinha acompanhada da caderneta predial ou trazia sequer indicação da morada . Para começar a organizar um primeiro grupo de 98 casas para avaliar, António dispunha apenas de duas “pistas”: o número da matriz e a localidade. O passo seguinte teve por isso de ser fazer o download destas fichas e das respectivas cadernetas prediais e imprimir toda esta documentação.

Três longo dias depois e já munido com 294 folhas de papel – impressas por sua conta – e com os imóveis organizadas por localização geográfica para minimizar o tempo gasto em “voltas e vistorias”, avançou finalmente para o terreno. Apesar do volume de papel na bagageira, António partiu sabendo que estava longe de ter conseguido toda a informação de que necessitava. Longe disso. Esta primeira incursão foi feita, sabendo apenas a morada de 20% dos proprietário dos imóveis. E também sem as plantas de arquitetura, que deveriam ter sido fornecidas pela autarquia.

Revezes que António contava contornar no terreno, com o seu GPS, “laptop” com Internet, com a fita métrica e claro, com a disponibilidade e boa vontade dos donos das casas que ia avaliar. É que na ausência de plantas, seria, por exemplo, necessário fazer medições, apurar a área do imóvel – afinal um dos dados mais relevantes na determinação do valor patrimonial tributário.

Mas essa disponibilidade, como pode constatar, não se verificou. Uns porque desconfiaram de António, outros porque não estavam e outros ainda porque não tinham documentação para mostrar. Como referiu ao Dinheiro Vivo Freitas Lopes, presidente da Associação dos Peritos Avaliadores, enquanto numa avaliação ordinária (a que é feita na sequência da transação do imóvel) o proprietário é obrigado a tomar a iniciativa de reunir e de entregar toda a documentação da casa, nesta processo de avaliação geral essa obrigação não existe e nem todos têm uma planta à mão para mostrar quando o perito lhes bate à porta. São as Finanças que devem procurar reuni-la (pedindo-a às autarquias e conservatórias) e facultá-la ao avaliador.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

AUTARQUIAS NÃO FORNECEM OS ELEMENTOS PARA AVALIAÇÃO DOS IMÓVEIS


Mais de metade das autarquias não tem disponibilizado a documentação que lhe é pedida no âmbito do processo de avaliação geral de imóveis. E apenas 15% tem tido uma taxa de resposta muito boa, o que significa que envia entre 100% a 80% dos documentos pedidos.

A capacidade de resposta das Câmaras Municipais aos pedidos dirigidos pelos serviços de Finanças e até pelos peritos que estão a fazer a avaliação dos prédios urbanos de acordo com as regras do IMI, está a revelar-se insuficiente.

Dados a que o Dinheiro Vivo teve acesso revelam que dos 308 municípios, apenas 46 remeteram a documentação (principalmente plantas de arquitetura) solicitada.mas há 176 (57% do total)  que enviaram menos de 20% do que lhes foi pedido.

Entre estas, contam-se mesmo 61 que não forneceram nenhum dos dados pedidos.

As finanças estão a proceder à avaliação geral de cerca de 5,2 milhões de imóveis de acordo com as regras do IMI, devendo este processo ficar concluído até ao final do ano.
Para proceder a esta avaliação os peritos utilizam d0ocumentos e informação disponibilizada pelos serviços de finanças, conservatórias do registo predial, e também informação obtida através das autarquias.

Fonte: Dinheiro Vivo

REAVALIAÇÃO DE IMÓVEIS É GRATUÍTA


Direcção de Serviços do IMI esclarece que o proprietário pode fazer o pedido de actualização sem encargos. Nas casas transaccionadas há poucos anos deverá compensar.

Pedir ao Fisco uma avaliação do valor patrimonial tributário (VPT) de um imóvel por se considerar que o actual está desactualizado "não implica qualquer encargo para o contribuinte". A confirmação é da Direcção de Serviços do Imposto Municipal sobre Imóveis (DSIMI) que acrescenta, no entanto, que se depois disso o proprietário continuar a não concordar com o VPT definido pelos avaliadores e desejar pedir uma segunda avaliação, então terá de pagar por ela.

Fonte: Negócios

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A IMPORTÂNCIA DE UMA AVALIAÇÃO CORRECTA


O conhecimento do verdadeiro valor de mercado dos imóveis de uma região interessa a muitos participantes da sociedade, senão mesmo a toda  sociedade.

Desde os próprios participantes individuais no mercado como compradores e vendedores, passando pelos agentes comerciais permanentes do mercado, como imobiliárias, investidores, empresas construtoras, até aos órgãos públicos do Estado e Municipíos que têm parte da sua receita originada no valor de mercado dos imóveis e que, por meio das suas obras públicas, podem influenciar naquele mercado.

Os municípios em Portugal são responsáveis pela aplicação dos impostos sobre a propriedade e a transferência imobiliárias com o Imposto Municipal Sobre Imóveis – IMI, e o IMT Imposto Municipal sobre Transacções Onerosas de Imóveis, entre outras taxas. Para realizar a gestão destes impostos precisam amiúde da avaliação de imóveis nas respectivas regiões tributárias.

Cardoso da Silva, em “Avaliação Imobiliária – O CIMI face à Inferência Estatística” (2005), conclui que:

 A Metodologia CIMI aplicada à determinação do valor de mercado acarreta erros com uma amplitude que demonstra a sua ineficiência como metodologia de avaliação imobiliária e exígua explicação do valor de mercado, com evidente prejuízo da equidade pretendida.

O carácter dúbio das directrizes relativas à apreciação da qualidade construtiva, da localização excepcional e do estado de conservação, associado à debilidade da definição destes conceitos constantes na Portaria nº 1427/2004, e a inexistência de um descritor de valor para eles, na prática leva à diferenciação patrimonial de imóveis semelhantes.

Nas áreas-limite dos zonamentos, quase sempre coincidentes com arruamentos, os índices de localização operam a promoção de um dos lados e a desvalorização do outro, sem que se preveja no método nenhum processo correctivo para as desigualdades que fomenta.

Constatou uma completa incapacidade do método de processos de diferenciação do valor patrimonial,  de diferentes fracções dentro do mesmo prédio e face, por exemplo, à orientação, como à exposição, ou dimensão panorâmica.

Face à amplitude do erro detectado, 66,34% em 85% do valor de mercado associado ao emprego do método CIMI e atendendo particularmente à legislação que a suporta, se nos casos em que tal erro ocorra por defeito, se pode aceitar isso na defesa dos contribuintes, já nos casos em que tal ocorre por excesso, porquanto isso tem de injusto, – ter um património contributivo valorizado pelo Estado em níveis que o próprio mercado não confirma, deveria nesses casos, estar assegurado ao contribuinte o direito de defesa e demonstração do erro, ou a resolução comercial com o Estado, dado que de um bem essencial de equipamento social se trata. Numa economia de mercado, em regime democrático, não se afigura correcto permitir-se o Estado o lançamento de impostos sobre valores que o próprio mercado ou o próprio Estado não assegurem. Tratar-se-á de um verdadeiro confisco, sempre que o proprietário seja colocado perante tal situação, de se lhe retirar (algo a alguém) contribuições, como forma de castigo ou devido à existência de “regras” que “proíbem” o uso desse património.

O Decreto-Lei n.º 287/2003, nesta situação, sem a consagração  do direito de contestação com prova diversa ou extra regulamentar, é fortemente penalizante para uma indústria que sabe-se, ciclicamente ocorre numa produção excedentária bem como para utentes e proprietários finais.

Situação que se tem verificado de forma cada vez mais incidente, em todo o território nacional, nos últimos cinco anos, penalizando seriamente  industriais e proprietários, favorecendo colectas tributárias inadequadas e injustas, revestindo na prática o carácter de um confisco.

O Decreto-Lei n.º 287/2003 na sua extensão confere ao método CIMI um estatuto de rigor quase científico (porque regulamentarmente incontestável), carácter que claramente não tem, e importa denunciar e corrigir tal presunção. Quem, com mais credibilidade, melhor e mais eficazmente o poderá fazer que o meio académico?

Em países  como os Anglo-Saxónicos e América do Sul, onde a engenharia de avaliações está regulamentada, é  reconhecida a importância para uma tributação patrimonial equitativa, de contar com Plantas de Valores Genéricos (PVG), que têm um carácter público. No entanto segundo Peruzzo Triveloni (2006) a sua implementação prática apresenta importantes dificuldades técnicas, principalmente devido a problemas de metodologia aplicada, de disponibilidade de informações actualizadas e de acesso e domínio de ferramentas de análise e modelagem apropriadas.

Vários agentes sociais e económicos, o País e o próprio Estado estão portanto,  interessados em conhecer o correcto valor de mercado dos imóveis de uma vila, cidade ou região. Os métodos usados e suas garantias de acerto, equidade e justiça,  mantendo actualizada essa informação é um processo que interessa a todos.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

AVALIAÇÃO GERAL - PAGAR PARA TRABALHAR


O valor médio das 202 avaliações, feita por avaliador no mês de Maio, foi de 1,31 € por Ficha de Avaliação (FA)., totalizando a receita de 263,60 €. O valor mínimo de avaliação foi de 0,92€/FA e o valor máximo de 5,5 €/FA.

No escalão 1, teve a média de remuneração de 3,3€/FA. No escalão 2, teve 1,45€/FA. No escalão 3, teve 1,37€/FA. No escalão 4 teve 1,14€/FA. No escalão 5, teve 1,01€/FA. E no escalão 6 teve 1,1€/FA. O maior número de avaliações ocorreu no escalão 4 (34%), seguido das avaliações no escalão 3 (19%), escalão 5 (18%), escalão 2 (13%), escalão 6 (11%) e escalão 1 (5%).


A média geral de remuneração dos Peritos Locais continua na ordem de grandeza do preço de uma sandwich, com algumas ao preço da “bica”.Deduzindo os custos, despesas, encargos, riscos e tempo gasto, decorrentes da própria lei que enquadra a operação de Avaliação Geral, a remuneração líquida, por cada avaliação, é fortemente negativa. Os Peritos Locais continuam a ser objecto de ilegal discriminação: pagam para prestar serviço ao Estado.Como é possível haver quem continue a pagar para trabalhar ?

Fonte: APAE

quarta-feira, 9 de maio de 2012

VALOR PATRIMONIAL - RICOS E POBRES


Finalmente a APAE, através do seu presidente parece estar a despertar para as problemáticas do CIMI, como se observa neste recente artigo de opinião - pena que o faça só agora, tarde e más horas, acossado por razões corporativas  e de remuneração dos peritos locais. Faz aproximadamente um ano, atempadamente, expressámos em Assembleia Geral da APAE , idênticas preocupações que documentámos largamente com diversos estudos e análises de Mercado. Diz ele, agora e subscrevemos, que:

"A tributação do património deve contribuir para a igualdade entre os cidadãos. É princípio constitucional.

O Valor Patrimonial Tributário (VPT) de um edifício obtém-se multiplicando o "valor base" por cinco outros factores. Um depende de quatro tipos de áreas do imóvel. Outro depende da afectação: habitação, loja, escritório, etc.. Outro resulta das características da zona envolvente. O quarto factor depende da qualidade e conforto, medidos por uma dúzia de parâmetros majorativos e meia dúzia de parâmetros minorativos. O factor de vetustez resulta da idade da construção. Ou de haver reabilitação.

Nenhum de nós comprou a sua casa, com base em seis factores matemáticos. Só por acaso o valor patrimonial tributário coincide, com o valor no respectivo mercado. O VPT pode estar muito acima ou muito abaixo do valor de mercado. Claro que a cada proprietário interessa o seu caso, não a média. E ele quer poder comparar o VPT com o do vizinho, para decidir se reclama ou não da avaliação.

O primeiro factor do VPT é o "valor base". Tem o mesmo valor para todos os edifícios, desde a choupana ao palácio, esteja novo ou no fim do ciclo de vida. Localize-se na Avenida da Liberdade ou nas Galinheiras. Seja para habitação, comércio de bairro ou banco, para fábrica ou consultório. Aplica-se o princípio da "igualdade desigual" e não o da "equidade". O valor base é com certeza inferior ao valor real do metro quadrado da construção duma mansão luxuosa. Pode ser muito superior ao da casa do aldeão. O valor base inclui também o valor unitário do terreno de implantação, que o legislador postula valer sempre 25% do custo da construção. Quer isso dizer que o terreno na Quinta do Lago "pesa" tanto como na aldeia do meu avô ou na Pedreira dos Húngaros. Embora o coeficiente de localização tenda a corrigir esta desigualdade, o legislador favorece, à partida, ricos e prejudica pobres. A uns belisca a pele, a outros tira pedaço de lombo. Ou de osso.

O segundo factor integra quatro tipos de áreas: duas relativas ao edificado e duas ao terreno. É especialmente significativo em moradias ou casas isoladas na aldeia ou em condomínios fechados. A teoria da taxonomia de áreas da casa do leitor pode parecer complexa. E é. Mas se a sua varanda tiver sido fechada com marquise, saiba que vai pagar mais imposto por isso. O estacionamento privativo do seu carro pode ser taxado por três critérios diferentes de VPT, que o Perito tem de destrinçar, para cumprir a lei. O legislador, em nome da justiça tributária, impõe que o Perito reduza a área que mediu. Mas só no caso de apartamentos com grande superfície. Reduz 20% para áreas maiores que 220 m2.

Sobre o factor de afectação, basta que o Leitor perceba que ele tem sempre o mesmo valor, esteja o imóvel na Quinta da Marinha, na Foz do Porto ou em Sernancelhe. E que uma agência de banco ou um consultório de sociedade de advogados vêem o seu valor patrimonial afectado somente por mais 20% do que uma habitação nos subúrbios ou na aldeia. Este factor visa corrigir as distorções resultantes do valor base. Mas a teoria é isso mesmo: teoria.

Se comprou a sua casa num loteamento moderno, saiba que já pagou ao construtor/urbanizador a rua em que o Leitor mora, bem como a rede de águas, esgotos, iluminação, escola e jardim – acrescidas de todas as alcavalas legais. O IMI vai cobrar-lhe anualmente mais um contributo através do factor de localização, no cálculo do VPT, para "ressarcir" a Câmara da cedência gratuita que o cidadão fez de todas essas infra-estruturas à Câmara. O preço que pagou pela sua casa já inclui essa oferta.

Por isso, em Portugal, compramos uma casa e logo pagamos duas: a que fica para nós e outra que o construtor entregou ao Estado sob a forma de impostos, "cedências", taxas e alcavalas. Nós pagamos também mais uma ou duas casas, pelos juros ao banco. E pagamos mais uma ou duas casas à Câmara, com IMI, IMT, taxas de esgotos, etc... E pagamos todas estas alcavalas, mesmo quando somos "pseudoproprietários", pois a casa não é nossa. Perder o emprego pode implicar ficarmos sem ela.

O factor de qualidade e conforto merece artigo à parte.

O factor de vetustez é curioso. Imagine duas casas iguais em tudo, menos na idade. Se a do Leitor tiver 60 anos e a minha tiver 61 anos, o Leitor paga de IMI mais 37,5% do que eu. Equidade no seu esplendor."

Bem- haja, Sr. Engº Aníbal Freitas Lopes,  mais vale tarde do que nunca.

Presidente da Direcção da Associação Portuguesa dos Avaliadores de Engenharia
O autor não é Perito da Avaliação Geral


terça-feira, 1 de maio de 2012

INFORMAÇÃO VEICULADA PELA APAE

Vários Colegas têm perguntado à APAE informação sobre contratação de novos avaliadores.
1.       A APAE não tem nenhuma informação concreta sobre este assunto. Nem de fontes do Ministério nem de fontes dos próprios Peritos actuais ou de Candidatos seleccionados pelas Ordens obtivemos qualquer informação sobre esse ponto. Com a dotação das verbas de 5% previstas na Portaria 106/2012, a APAE crê estar para breve a ultrapassagem do impasse.
2.       Este impasse resulta de o legislador impor tarefas aos Peritos cujas remunerações atribuídas pelo ministro das Finanças são inferiores aos custos/despesas suportados pelos Peritos para realizarem as avaliações, no respeito pelos três princípios legais aplicáveis à acção dos Peritos: legalidade, imparcialidade e independência técnica. Os Peritos recebem menos do que gastam para realizar as avaliações.
3.       Ontem, 26, na Reunião entre a APAE e a ANMP - Associação Nacional de Municípios, esta disse-nos que a queda do número de avaliações diárias, ocorrida desde que foi tornada pública a Circular 4/2012 com as remunerações dos Peritos, ainda não tinha sido ultrapassada, continuando bastante abaixo da que se registava antes da saída da Circular.
4.       Hoje, 27, na Assembleia da República, no debate quinzenal com o Governo, dois Partidos – o PS e o Bloco – interpelaram o Primeiro-Ministro sobre os aumentos da carga fiscal do IMI. Ver a notícia de hoje do Jornal de Negócios, em que novamente se fala da insuficiência da remuneração dos Peritos:
5.       Nem nas intervenções da Oposição nem na posição do Governo foi atribuída qualquer responsabilidade aos Peritos pelo agravamento do IMI. Essa manobra de bode expiatório não aconteceu. Toda a gente sabe que os Peritos actuam no cumprimento das disposições legais sobre a avaliação dos imóveis. O legislador é o único responsável.
6.       A APAE considera que urge ser feito o ajustamento retroactivo ao início da Avaliação Geral, à realidade concreta, das condições de remuneração dos Peritos, com base na proposta que há um mês a APAE requereu ao Senhor Primeiro-Ministro e da qual foi dado conhecimento aos Colegas.