Responsabilidade Social e Terceiro Sector
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012
PIPELINE IMOBILIÁRIO
Oferta e Absorção Residencial
SIR-AM Porto regista vendas 14% abaixo do valor de oferta. Descontos nos usados agravam-se para 10% no Algarve.
Oferta e Contratos de Arrendamento
Rendas caem 1,8% no Porto. Tempo de absorção decresce 4 meses na AM Porto mas sobe 3 meses no Algarve.
Turismo
Segundo artigo da Aguirre Newman, Turismo terá impacto de 25.700 M€ no PIB e contribuirá para a criação de 864.500 empregos.
Certificação Energética
Certificados 284 novos fogos na AM Porto e 191 no Algarve. Classe A caracteriza maioria da construção nova nas 2 regiões.
Investimentos Imobiliários no Brasil
Os investimentos imobiliários no Brasil no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, pelo Desk Brasil da Abreu Advogados.
Responsabilidade Social e Terceiro Sector
Impulso Positivo destaca projetos da IKEA Foundation em Portugal e no mundo bem como da Associação ASAS.
Responsabilidade Social e Terceiro Sector
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
MAIS RENDAS, MENOS VENDAS
O mercado de arrendamento de habitações
em Portugal continua em alta face ao mercado de compra e venda. Segundo dados
avançados pelo Confidencial Imobiliário, agosto não foi diferente de
meses anteriores e as vendas continuam a perder para os arrendamentos.
O ritmo
de procura de casas para arrendar foi mais reduzido em agosto, mas as
expectativas continuam positivas. Segundo o Confidencial imobiliário, este
mercado continua a beneficiar das quebras nas vendas e pela limitação no acesso
ao crédito para a compra de casa, restrição essa que leva as famílias a optar,
muitas vezes, pelo arrendamento.
O valor
pago pelas famílias tem contudo diminuído e as expectativas quanto à sua
evolução são negativas - motivado pela grande oferta do mercado e menos
rendimentos disponíveis.
Quanto à
compra e venda de habitações, a palavra utilizada pelo Portuguese Housing
Market Survey é fragilidade. Tanto as expectativas como a própria atividade se
mantêm pouco consistentes, com os preços a cairem bem como o número de
transações.
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
FITCH ATENTA AO MERCADO IMOBILIÁRIO PORTUGUÊS
Fitch espera queda de 15% nos preços das casas em Portugal. Quebra total
nos preços, tendo em conta as desvalorizações já ocorridas, será de 28%, de
acordo com as previsões da agência de notação financeira.A agência de "rating" Fitch actualizou hoje as suas estimativas
para o mercado imobiliário português, no âmbito da análise às obrigações
hipotecárias, antecipando agora uma quebra mais pronunciada nos preços, devido
à deterioração da economia.
A agência de notação financeira adianta que os preços das habitações em
Portugal deverão cair mais 15%, o que tendo em conta as desvalorizações já
ocorridas, eleva a queda estimada face ao máximo para 28%. O espaço temporal da
estimativa não é referido, sendo que antes a Fitch antecipava uma queda
adicional nos preços de 10%.
"A alteração na nossa expectativa de preços reflecte a deterioração
das condições macroeconómicas. Esperamos agora que o PIB registe uma contracção
de 3,7% este ano e que o desemprego atinja 14% em 2013", refere o
relatório da Fitch, divulgado no mesmo dia em que o Eurostat anunciou que a
taxa de desemprego em Portugal já está nos 15,4%.
Segundo a Fitch, esta estimativa de queda mais forte nos preços será
compensada pela previsão de que os descontos aplicados na venda das casas desça
de 39% para 30%, para os casos em que se pretende uma venda rápida dos imóveis.No relatório a Fitch adianta que a queda nos preços está a ser conduzida
mais pela redução da procura do que pelo aumento da oferta, dado que a
acessibilidade dos portugueses à compra de habitações está agora mais difícil.
Segundo a Fitch, os salários em Portugal têm subido a uma taxa inferior à
dos preços das casas. Em 2006, segundo as contas da agência, o preço médio das
casas equivalia a sete vezes o PIB per capita português. Agora este rácio caiu
para 5,4 e a Fitch espera que novas descidas, ficando ainda acima das 3,7 vezes
de 1995.
Também a penalizar os preços das casas está o acesso mais difícil dos portugueses
à compra de casa, devido às condições de crédito mais apertadas.
A Fitch nota que o número de habitações em Portugal aumentou em um milhão
desde 1998, o que representa um aumento de 21%, sendo que no mesmo período a
população não cresceu. A agência diz que actualmente cerca de 13% das
habitações em Portugal estão vazias, mas descarta uma forte pressão vendedora,
já que a construção de novas habitações está em mínimos de 20 anos.
A Fitch acompanha o mercado imobiliário português uma vez que atribui
"ratings" às obrigações sobre crédito hipotecário que são emitidas
pelos bancos.
Para e no CIMI, nada acontece !
Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=571181
Para e no CIMI, nada acontece !
Fonte:
segunda-feira, 30 de julho de 2012
PIPELINE IMOBILIÁRIO
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
MERCADO IMOBILIÁRIO TRANSPARENTE
JLL: Mercado imobiliario português é considerado “transparente”
Portugal mantém-se na categoria de “transparente” no Global Real Estate
Transparency Index de 2012, elaborado bienalmente pela Jones Lang LaSalle
(JLL).
Portugal classifica-se na 28.ª posição deste índice que avalia a
transparência de 97 mercados imobiliários de todo o mundo, e que revela que “os
mercados imobiliários em recuperação deram um ânimo renovado à evolução em
termos de transparência”, após a consultora ter registado “um abrandamento no
progresso deste indicador durante a crise financeira em 2008 e 2009”.
“Cerca de 90% dos mercados registaram avanços na transparência do sector
imobiliário durante os últimos dois anos, impulsionados pela evolução nos dados
referentes aos market fundamentals e às medidas de performance, combinados com
uma melhor governança de veículos cotados”, explica o comunicado de imprensa da
consultora imobiliária.
A JLL afirna ainda que, “tal como os restantes países que se encontram no
centro da crise da Zona Euro”, referindo-se a Grécia, Espanha e Irlanda,
Portugal “lutou para manter o ritmo de evolução da transparência do mercado
imobiliário nivelado com a edição anterior”.
Contudo, o relatório da LaSalle frisa que Portugal também “recuou em
alguns componentes de transparência”, citando, como exemplo, o facto de o
Índice FTSE EPRA/NAREIT ter deixado de estar activo.
“É reconfortante notar que, apesar das dificuldades que o mercado
imobiliário português está a enfrentar, conseguimos manter um nível de
transparência cada vez mais alto. Isto reflecte o profissionalismo crescente
deste sector e ajuda a dar confiança aos investidores sobre os novos
investidores internacionais que estão a analisar o nosso país”, explicou Pedro
Lancastre, director-geral da JLL Portugal.
O relatório direcciona ainda uma nota importante para Angola, que entra
pela primeira vez no índice, para a 95.ª posição, classificando-se como
“opaco”. Os Estados Unidos classificaram-se como o mercado imobiliário mais
transparente do mundo em 2012, seguido pelo Reino Unido e pela Austrália.
Holanda, Nova Zelândia, Canadá, França, Finlândia, Suécia e Suíça entra na
categoria de “elevada transparência”.
Fonte: Construir
segunda-feira, 2 de julho de 2012
PREÇO DAS CASAS SUBIU PELA PRIMEIRA VEZ ESTE ANO
Preço das casas subiu pela primeira vez este ano.Contrariando a tendência de queda verificada desde o início do ano, o
preço dos imóveis cresceu 0,1% em maio, relativamente ao mês anterior, em
Portugal Continental, segundo o Índice Confidencial Imobiliário (ICi) hoje
divulgado.
A análise foi obtida através dos preços de imóveis de 1.400 empresas de
mediação Imagem: SCX
Recorrendo a informação no portal da Internet LardoceLar.com, que agrega
a carteira de mais de 1.400 empresas de mediação imobiliária, o registo mostra
que, em maio, os preços estabilizaram para as habitações novas.
Na oferta total acumulada de cerca de 500 mil imóveis, no caso dos fogos
usados, os preços crescerem 0,2% face a abril, “quebrando o ciclo de quedas
observado entre fevereiro e abril”.
O índice recuperou pela primeira vez no ano, registando em maio uma subida
de 0,1 pontos percentuais face à taxa homóloga registada em abril.
Oferta e Absorção Residencial
Vendas da pool SIR centram-se no Porto e Vila Nova de Gaia. Transações
efetuam-se 8% abaixo do valor de oferta.
Oferta e Contratos de Arrendamento
Valor das rendas cai 0,3% no Porto. Absorção reduz para 10 meses na AM
Porto e descontos atingem 2,0%.
Imobiliário Comercial
Investimento em Portugal prevê-se inferior a € 100 milhões no 1º semestre
de 2012, segundo artigo da Aguirre Newman.
Certificação Energética
ADENE certifica 553 novos fogos na AM Porto. Reabilitação representa mais
de ¾ das obras licenciadas.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
NÃO HÁ BOLHA IMOBILIÁRIA EM PORTUGAL
Portugal tem das casas mais baratas da Europa,
revelou hoje a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária
de Portugal (APEMIP), citando um estudo da Property Guide.
De acordo com o comunicado enviado hoje, o preço
médio por metro quadrado de uma casa com 120 m2 nos centros das cidades ronda
os 2.213 euros o que coloca Portugal em 13º lugar na lista dos países com os
preços mais baixos. Valores inferiores só em países como a Lituânia, Roménia,
Chipre ou Moldávia, que é o país da Europa com as casas mais baratas: 965 euros
por metro quadrado.
Os preços mais altos são encontrados no Mónaco,
onde o metro quadrado custa 39.421 euros ou no Reino Unido, onde rondam os 15
mil euros por metros quadrado. Já em Espanha, as casas custam 4.022 euros por
metros quadrado, perto do dobro do praticado em Portugal.
É por isso que, de acordo com a APEMIP, o
problema do mercado imobiliário português não são os preços, mas sim a falta de
dinheiro e de crédito.
"Existem interessados, existem imóveis, mas
não existe dinheiro. Há falta de capitais próprios que permitam às pessoas
adquirir um imóvel e o crédito à habitação é cada vez mais uma miragem",
repara a APEMIP em comunicado.Na verdade, apesar da crise que o sector
imobiliário atravessa em Portugal, "os preços das casas não sofrem, há
anos, qualquer processo inflacionário, facto que revela que não existe qualquer
indício de formação de uma bolha imobiliária". Aliás, segundo a APEMIP,
"Portugal passou ao lado do boom imobiliário verificado noutros países
entre 2000 e 2007".
quarta-feira, 13 de junho de 2012
SALDOS NA HABITAÇÃO
Os promotores e proprietários de casas na área metropolitana de Lisboa (AM Lisboa) aumentaram o desconto praticado no momento de concretizar a venda do imóvel para 8% durante o último trimestre de 2011.
Segundo o Sistema de Informação Residencial (SIR) para a AM Lisboa, nos três primeiros trimestres do ano passado, os descontos efectuados nas casas vendidas mantiveram-se em média nos 6%, agravando-se para os 8% no quarto trimestre. Segundo estas estatísticas, esta tendência verificou-se tanto a nível de casas novas, como usadas, “com as últimas evidenciarem o desconto mais elevado”.
Os descontos praticados no momento da venda das casas usadas na AM Lisboa passaram para 9% no último trimestre do ano transacto, quando no resto do ano rondou os 6%. No caso da habitação nova, na conclusão de venda, os preços sofreram um desconto médio de 7% no quarto trimestre de 2011, face ao desconto de 5% praticado nos trimestres anteriores”.
Fonte: Construir
domingo, 3 de junho de 2012
PIPELINE IMOBILIÁRIO
Oferta e Absorção Residencial
Tipologias T2 e T3 dominam oferta na AM Lisboa. Taxas
de revisão mantêm-se e descontos agravam-se para 8%.
Oferta e Contratos de Arrendamento
Rendas residenciais crescem 0,4% em Lisboa. Oferta e
contratos de arrendamento decrescem no início de 2012.
Imobiliário Comercial
Novas marcas, formatos e crescente procura no mercado
de retalho angolano.
DCR´s
Emissão de DCR’s sobe 30% na AM Lisboa face ao início
de 2011. Maioria dos fogos certificados com classe A.
sexta-feira, 25 de maio de 2012
QUEBRA DE 4% NO MERCADO IMOBILIÁRIO NACIONAL

“.O mercado imobiliário em 2011 teve uma quebra estimada de 400 pontos base face a 2010, situando-se nos 0,46%, face aos 4,26% conseguidos em 2010”.
Estes são dados do índice Investment Property Databank (IPD) – um índice que analisa o retorno do investimento institucional directo em activos imobiliários, assumindo-se como uma ferramenta de benchmarking ao nível dos principais mercados mundiais, “cujo portfólio se estima representar cerca de 65% do mercado de investimento imobiliário nacional”.
A Cushman & Wakefield (C&W) produz o Business Briefing – Análise IPD 2011, que por sua vez analisa os resultados deste índice em 2011 à luz da actual conjuntura económica e do enquadramento do mercado imobiliário, concluindo sobre o comportamento do sector em 2011 e traçando expectativas sobre a sua evolução futura.
De acordo com uma nota de imprensa da consultora “o sector de retalho protagonizou o pior resultado do ano, sendo o único com retorno global negativo, (-1,62%), quando em 2010 teve uma rentabilidade próxima dos 4%”.
Quanto aos activos de escritórios no portfólio IPD, “foram os segundos mais afeCtados em termos de desempenho, registando um retorno total de 2,38%, face aos cerca de 3,5% conseguidos em 2010”.
Já o sector industrial “teve um desempenho semelhante ao verificado para o sector de escritórios, atingindo um retorno total de 2,31%, mas registou a segunda maior quebra do portfólio, comparando com uma rentabilidade em 2010 de 6,2%”.
A categoria de “outros activos”, que engloba os imóveis residenciais do portfólio, e de outros sectores como a hotelaria, parques de estacionamento ou equipamentos, “teve o desempenho mais favorável de todo o portfólio, com um retorno total de 3,71%, representando ainda assim uma quebra face a 2010, ano em que registou uma performance positiva de 5,48%”.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
PIPELINE IMOBILIÁRIO
Taxa de Absorção é superior nos usados. Albufeira e Loulé registam preços de venda de 2.524 €/m2 e 1.772 €/m2.
Oferta e Contratos de Arrendamento
Mercado cresce 39% no Algarve, 68% no Norte e 34% no Centro.Tempo de absorção atinge 7 meses no Algarve.
Emissão de DCR's
Emissão de DCR's cai 36% em 2011 no Algarve. Classe B emitida para maioria de novos edifícios certificados.
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